FENADADOS e demais entidades pedem ao governo garantias de emprego e renda durante a crise
28/11/2008
Liderenças de entidades sindicais e de movimentos sociais reuniram-se na tarde de ontem (26/11), no Palácio do Planalto, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
O objetivo do encontro foi a apresentação de medidas que o governo federal pretende tomar para combater a crise internacional e também fazer um balanço das políticas sociais da atual administração.
Na ocasião, a FENADADOS entregou um documento contemplando algumas preocupações da entidade.
Uma das principais reivindicações apresentadas pelas entidades foi a preservação do emprego e da renda dos trabalhadores, como forma de combater a crise financeira internacional.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, também ressaltou a necessidade da redução dos juros e o fim do superávit primário. “Nós não estamos propondo irresponsabilidade fiscal, não estamos propondo gastança”, disse, explicando que a proposta é de que os recursos do superávit sejam destinados a investimentos em programas sociais e no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Outras reivindicações apresentadas durante o encontro foram a retirada das forças estrangeiras do Haiti, o cancelamento dos leilões de exploração do petróleo, a redução da jornada de trabalho e uma auditoria integral da dívida pública.
Também foi solicitado ao governo que os bancos públicos não sejam utilizados para socorrer empresas privadas e, se for o caso, que as empresas ajudadas garantam a manutenção dos empregos. “Nós não podemos utilizar dinheiro público para bancos ou empresas que vão demitir trabalhadores”, ressaltou Artur Henrique.
O presidente Lula não compareceu ao encontro em razão da trágica situação em Santa Catarina.Liderenças de entidades sindicais e de movimentos sociais reuniram-se na tarde de ontem (26/11), no Palácio do Planalto, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
O objetivo do encontro foi a apresentação de medidas que o governo federal pretende tomar para combater a crise internacional e também fazer um balanço das políticas sociais da atual administração.
Na ocasião, a FENADADOS entregou um documento contemplando algumas preocupações da entidade.
Uma das principais reivindicações apresentadas pelas entidades foi a preservação do emprego e da renda dos trabalhadores, como forma de combater a crise financeira internacional.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, também ressaltou a necessidade da redução dos juros e o fim do superávit primário. “Nós não estamos propondo irresponsabilidade fiscal, não estamos propondo gastança”, disse, explicando que a proposta é de que os recursos do superávit sejam destinados a investimentos em programas sociais e no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Outras reivindicações apresentadas durante o encontro foram a retirada das forças estrangeiras do Haiti, o cancelamento dos leilões de exploração do petróleo, a redução da jornada de trabalho e uma auditoria integral da dívida pública.
Também foi solicitado ao governo que os bancos públicos não sejam utilizados para socorrer empresas privadas e, se for o caso, que as empresas ajudadas garantam a manutenção dos empregos. “Nós não podemos utilizar dinheiro público para bancos ou empresas que vão demitir trabalhadores”, ressaltou Artur Henrique.
O presidente Lula não compareceu ao encontro em razão da trágica situação em Santa Catarina.